domingo, 5 de junho de 2011

Entre

Imagem retirada do Bing: Sequence of the partial solar eclipse May 3, 2003, Norway -- McPHOTO/age fotostock


Olá amigos-leitores! Hoje foi um dia estranho, não senti o tempo. Simplesmente foi, e não me perguntei o porquê. Não queria muito que o amanhã chegasse. Hoje está bom, só queria ter visto minha maravilhosa, incrível e linda, Roberta. Esse poema tá quentinho, acabei de escrevê-lo, é uma homenagem as coisas que não voltarão. Mas quando precisar de mim, saberá onde me encontrar. Até lá, já fui...
Espero, sinceramente, que gostem!


Entre


Entre gatos, sustos,
Muros e saudades...
Penso nas tuas verdades.
Lembro de momentos astutos.

Brindo às minhas vontades
Isso é muito estranho
Meu coração de latão
[Sem vc] só tem estanho.

Quem disse que as palavras machucam,
Certamente nunca foi massacrado pelo silêncio.
As palavras, com certeza, abusam,
Mas não tornam a tua vida um incêndio.

Entre palavras leves
Não cabem bolas de neve.

Por: Kellysson Bruno Oliveira Lima (L)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Depois de uma triste brincadeira.


Olá amigos-leitores! Este poema escrevi em um situação passada, bastante delicada, (mas já superada). Trata-se de um pedido de desculpas à pessoa que é, por mim, a mais amada. É por e para ela que vivo. E sou o cara mais feliz do mundo por isso.
Espero que gostem!



Depois de uma triste brincadeira.


Quando eu te pedi,
O fiz com amor.
Quando te olhei,
Vi o esplendor.
Quando suspirei,
Senti teu cheiro de flor.
Quando te provei,
Gostei do teu sabor.
Quando brinquei,
queria o teu humor...
Se te magoei,
Perdoa-me, por favor!
Juro que o que mais quero é te agradar.
Mas te peço...
Tenha mais paciência comigo...
Ame-me assim!
Não queira me mudar.

Por: Kellysson Bruno Oliveira Lima (L)

domingo, 29 de maio de 2011

Cortantemente Silencioso...


(visitem, há fotos bacanas!)


Olá amigos leitores, faz uns meses que ando vivenciando um mói de experiências únicas. Adoro a possibilidade de viver esse inesperado e exclusivo encontro com o mundo que as vezes nem me rodeia. Esse poema, faz certo tempo que o escrevi. Foi numa das minas expeiências vividas logo cedo da manhã (melhor momento do dia, onde a vida se faz e aparece como ela realmente é, e as verdades não mais mentem, pelo menos não enquanto transitam nesse momentos diferentes).
Estava distraído, como sempre, foi quando eu vi, depois de certo tempo, um homem manco com um cachorro morto em seus braços, seguido por uns 5 ou 6 outos cachorros, todos em um silêncio assustador, irrompendo nas ruas, no meio das ruas, sem se importar com carros, pedestres e nada mais. Esse homem não vacilava em seu olhar, permanecia sempre reto, mirando o além sem sequer piscar. Essa cena realmente me chamou a atenção, então, um impulso incontido me bateu e senti a necessidade de contá-la em versos tão estranhos e até sombrios, tal qual a cena me apareceu.
Espero sinceramente que gostem, do poema e da música!



Cortantemente Silencioso...


Foi logo cedo quando
Aquele homem passou.
A princípio nem o vi.
Mas a estranha cena,
A atenção me chamou!
Um cortejo triste...
Cortantemente silencioso,
Liderado por um
Determinado manco,
Bastante vagaroso...
Cortava as ruas sem preocupação.
Seguido por uma
Exclusiva comissão,
Formada não por pessoas,
Mas por um mói de cão.
Varando o mundo [imperturbáveis]
Se perderam na imensidão
daquele temor profundo
no meio da escuridão
levando nos braços...
Um cachorro morto.


Por: Kellysson Bruno Oliveira Lima (L)


P.S. escutem Rockz enquanto leem, de preferência a músuca "alienígenas". Muito boa!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Reforma Agrária do Céu


Título inspirado em uma música de Wado, a qual possui o mesmo nome.


Olá amigos leitores!
Depois de muito tempo, volto a escrever nesse meu cantinho, que adoro por de mais, apesar de, ultimamente, não ter muito tempo sobrando para ele.
Faz tempo que escrevi esse poema, acredito que foi em novembro do ano passado. Só queria dizer que gosto muito de idéias diferentes, pois enquanto uns querem (justamente) um pedacinho de terra, eu quero o meu pedacinho de céu, com direito a estrelas, meteoros, planetas e tudo mais.
Espero, sinceramente, que gostem!



Reforma Agrária do Céu


Há muito tempo que aquele azulão precisa de uma nova forma.
Anda incandecente...
Para as cores do arco-íris, uma norma...
Furta-cores indescentes.
Quem sabe, produzir algudão-doce?
Ou Brisas com cheiro bom de entardecer?
A toda hora boa [essas] deveriam aparecer.
Queria um pedaço de céu pra mim, por menor que fosse.
Semearia tempestade, só pra ver no que daria...
Queria ter um tufão que girasse de trás pra frente...
E um furacão que andasse sempre rente.
Queria saber voar, só pra ver até [a]onde iria.
Quero distribuir sementes de vento ao léu!
Com certeza essa tal reforma, faria.
Será mesmo que existe tempo no céu?
Acho que ele não funciona tão perto desse véu.
Se ofusca pelo brilho das estrelas,
Grandonas, silenciosas, estáticas, Tão belas.


Por: Kellysson Bruno Oliveira Lima (L)

terça-feira, 15 de março de 2011

Quando a cidade acorda...





Olá amigos-leitores, como estão? Bem, este poema representa a vivência de uma nova fase em minha vida, de discussões construtivas, de aquisição de conhecimentos que julgo verdadeiros e importantes. Acho que definitivamente estou me encontrando. Mas não me segue que ainda tou perdido. =D Dedico este poema a todos que levantam com o sol, ou até antes dele. Dedico-o também aos meus amigos e ao meu amor [Roberta], que compõe o curso de Psicologia - UFAL Palmeira do Índios. Mas dedico-o mais ainda a todos àqueles que dorme de baixo da lua e acordam de frente pro sol, infelizmente. Eu os enxergo!
Espero sinceramente que gostem. Leiam devagar, por obséquio.


Hoje vi o dia nascer.
Veio sem querer,
Não queria acordar.
O sol fez tudo iluminado.
Brincalhão, pintou o mundo de dourado.

As pessoas [das e nas ruas] parecem figurantes.
Aparecem em seus momentos,
realizam os mesmos movimentos
Previamente ensaiados.

Aposto que amanhã...
Estarão lá as mesmas,
Todas elas...
Realizando os mesmos movimentos
Naquelas mesmas vielas.

A cada minuto...
Surgem mais pessoas,
Surge mais zoada.
Todas elas apressadas.

Destroem aquela atmosfera
Que o dia com muito esforço construiu,
Mas vou guardar na memória
O momento em que aquele sol me sorriu!

As nuvens, num jardim de vento...
Coroam a luz.
Vejo um Sol a contento...
E as maravilhas que me seduz.


Por: Kellysson Bruno Oliveira Lima. ♥

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Para Roberta, com amor.


Hoje faço um ano e sete meses de namoro com a minha esposa, companheira, parceira e melhor amiga, Roberta. É um honra sem tamanho poder estar ao teu lado, meu amor. Desde que te reencontrei sou o cara mais feliz do mundo, e não sei mais o que é tristeza ou solidão. Você é a pessoa mais fantástica e maravilhosa, para não dizer perfeita, que já encontrei. Obrigado por existir e me amar como você me ama, minha princesa. Sinceramente, obrigado pela sua paciência e generosidade para comigo. Obrigado pelos teus carinhos e por me fazer viver um conto de fadas! Eu juro, meu amor, que enquanto viver, farei o impossível, se preciso, para te fazer a mulher mais feliz e amada desse universo. Espero que tenhas gostado do poema, minha flor. Parabéns para nós! Estaremos juntos até o final de nossas vidas e na eternidade também, meu amor. É a ti que dedico este post. Obrigado a todos.


Para Roberta, com Amor.


Os dias passam,
Mas não mais iguaizinhos...
A saudade bate...
Sinto falta dos teus carinhos.

Amanheceu o dia...
Teus olhos nascem na minha mente,
Teu jeito único e diferente...
Faz-me acreditar em magia.

Só sei que te desejo.
Você é do jeitinho que sempre quis!
Até aquela cicatriz no queixo,
até o formato do teu nariz

A ti dedico tudo de bom que fiz.
Amo os teus beijos...
Fico bobo com os teus desleixos.
A cada dia me sinto mais feliz.


Por: Kellysson Bruno Oliveira Lima (L)


sábado, 26 de fevereiro de 2011

Caras e Caracóis ^^



Já faz um tempo que escrevi este poema. Ele me capturou num dia em que estava de bobeira. E com uma simplicidade incrível, ganhou a minha simpatia, como um amor, um amor maduro. Dedico-o a minha pequena, a minha amada, Roberta. Espero que gostem. Até mais ver e obrigado.


Por quase Vezes, enfim sós...
É tão bom ouvir de novo a tua voz.
Se aprochegue, ande!
Traga-me os girassóis.
Igual a tu, só vós.
Você sou eu, eu é nós.
Ultimamente venho chegando
Cheio de caras e caracóis.
Vontade doida de provar dos teus lençóis.



Por: Kellysson Buno Oliveira Lima. (L)