
domingo, 29 de maio de 2011
Cortantemente Silencioso...

segunda-feira, 23 de maio de 2011
Reforma Agrária do Céu

terça-feira, 15 de março de 2011
Quando a cidade acorda...

domingo, 27 de fevereiro de 2011
Para Roberta, com amor.

Hoje faço um ano e sete meses de namoro com a minha esposa, companheira, parceira e melhor amiga, Roberta. É um honra sem tamanho poder estar ao teu lado, meu amor. Desde que te reencontrei sou o cara mais feliz do mundo, e não sei mais o que é tristeza ou solidão. Você é a pessoa mais fantástica e maravilhosa, para não dizer perfeita, que já encontrei. Obrigado por existir e me amar como você me ama, minha princesa. Sinceramente, obrigado pela sua paciência e generosidade para comigo. Obrigado pelos teus carinhos e por me fazer viver um conto de fadas! Eu juro, meu amor, que enquanto viver, farei o impossível, se preciso, para te fazer a mulher mais feliz e amada desse universo. Espero que tenhas gostado do poema, minha flor. Parabéns para nós! Estaremos juntos até o final de nossas vidas e na eternidade também, meu amor. É a ti que dedico este post. Obrigado a todos.
Para Roberta, com Amor.
Os dias passam,
Mas não mais iguaizinhos...
A saudade bate...
Sinto falta dos teus carinhos.
Amanheceu o dia...
Teus olhos nascem na minha mente,
Teu jeito único e diferente...
Faz-me acreditar em magia.
Só sei que te desejo.
Você é do jeitinho que sempre quis!
Até aquela cicatriz no queixo,
até o formato do teu nariz
A ti dedico tudo de bom que fiz.
Amo os teus beijos...
Fico bobo com os teus desleixos.
A cada dia me sinto mais feliz.
Por: Kellysson Bruno Oliveira Lima (L)
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Caras e Caracóis ^^

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
E agora o rei...
E agora o rei
Aparece o rei...
Trazendo consigo os raios da vida.
Uma vida carregada, complicada,
pra lá de danada,
Na qual a caatinga é a lei.
De manhã olha pro céu a procura de
Algum sinal de chuva.
A noite, olha de novo...
Agradece a Deus por ter saúde e não ser viúva.
Imagine só, será “impossive”?
Viver uma vida dessa totalmente “imcompassive”.
Carrega o sofrimento nos calos das mão.
E cada ruga em sua cara, é sinal de uma coisa muito séria,
que nasceu há um tempão,
Da mistura de tempo, saudade, dor, fé, esperança e paixão.
Mas isso é detalhe pequeno, sem nenhuma “importânça” não.
Filhos de uma coragem perpétua,
Que um dia varreu o pra sempre,
Andam já acostumados com esse chão rachado e quente.
Sem de nada reclamar, com tão pouco se fazem contente.
Têm orgulho de serem tão somente sertanejos.
Num se imaginam de outro jeito, nem outro lugar...
Vêm suas vidas tocadas ao som de um realejo,
Apreciando cada nota, com a simples satisfação
de alguma coisa poder amar.
[Essa é a lei, enfim, apareceu de vez...]
por: Kellysson Bruno Oliveira Lima ♥
domingo, 9 de janeiro de 2011
Uma sinfonia anti-dor acabou de nascer
Olá meus amigos-leitores. Em primeiro lugar, feliz ano novo a todos. Que este ano que se inicia seja repleto de coisas boas, muita paz, amor e criatividade! Enfim, bons fluidos!!! =D Bem, já faz algum tempo que em todo primeiro dia de ano eu só durmo depois de ver o sol brilhando. Em geral, minha família vai dormir lá pelas tantas da madrugada e fico só, esperando ver a luz romper a escuridão, ver o primeiro sorriso daquele velho e agradável astro. Acho que isso é mais que superstição. Acredito que isso faz bem pra mim, pra minha alma. Acho mesmo que esses dias são pura poesia em forma de cor e formas! São simplesmente, incrivelmente, lindos. Não sei ainda se foi o sol ou o próprio ano que me deu a inspiração para fazer poesia nesse dia. O que sei é que fiz o poema abaixo. Espero sinceramente que gostem! ^^
Uma sinfonia anti-dor acabou de nascer
Aparece o sol bem de mansinho...
Surge sorrindo e preguiçoso.
As últimas estrelas partem...
Insistentes queria ficar mais um pouquinho.
As nuvens, pedacinhos de algodão-doce de
Deus, partem junto!
Deixam apenas o céu azul, que de tão
Sapeca a toda hora muda de cor.
É um ballet numa aquarela...
Uma sinfonia anti-dor.
Feita de paciência e velocidade.
Hoje comungo de uma outra realidade.
Num tempo parado, que não para de correr...
Vejo um dia cada vez mais claro.
Um ano que acabou de nascer.
