Imagem retirada de: http://doolharnegro.blogspot.com/ (vale a pena conferir e seguir).domingo, 20 de novembro de 2011
Negro
Imagem retirada de: http://doolharnegro.blogspot.com/ (vale a pena conferir e seguir).quinta-feira, 10 de novembro de 2011
CRUZADINHA
Imagem produzida por mim mesmo durante uma das aulas de ética, quando estávamos discutindo o texto nove. Tudo que está nela tem haver com o que estava sendo discutido e sentido.
Olá amigos-leitores. Hoje venho lhes oferecer uma perspectiva nova. Dou-lhes o concreto, que vai além de material para construção. Andei descobrindo e construindo muitas coisas nesse últimos dias. Essa é uma delas, a minha primeira poesia concreta. O importante nessa proposta não é o que eu tenho a lhes dizer, mas o que vocês próprios me e se dizem a partir disso. Criem! Criem suas próprias poesias a partir desses grande blocos construtores, e se puderem me mandem como comentário. Bem-vindos ao mundo das possibilidades! E nunca esqueçam: a poesia é outra possibilidade pro real. Outra forma de ver o mundo, transmitida por máquinas de (re)significações multipolares, as palavras.
Ofereço a todos os meus amigos, a minha companheira, Roberta, bem como a todos que fazem parte do grupo de Estudo Deleuze-Guatarri.
Espero que gostem do poema em coletivo, e da imagem.
[OBS - Caso fique difícil de visualizar, é só clicar na poesia que ela aumentará.]

sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Tua

quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Terças na copa

E tudo aconteceu de repente...
Assim como são as melhores coisas.
São todas diferente:
Pessoa, homem, mulher e moça!
É o mais esperado dos dias.
Todos se reunem num só momento.
Cria-se a luz, se faz alegria.
Brata-se um sincero acolhimento.
E nessas horas, se faz de tudo!
Se Mata e revive a saudade.
Fala-se de tanto, de meio mundo [até do mudo]...
Entre nós não há meias-verdades.
O almoço é saboroso.
No prato, tudo se reparti.
O resultado é pra lá de vistoso.
Adoramos o almoço da mãe da Taty!
Nesses rápidos encontros,
Se passa o tempo na fofoca.
Arrasa-se com o monstro.
Só tá faltando aparecer, na história, uma paçoca.
É na terça que se encontra os amigos,
Nuns poucos minutos na copa.
Ajudam, desvelam, produzem meu abrigo.
Me doam uma felicidade que ensopa.
São momentos em que se ri.
São instantes sem pressão de ser.
É um lugar que me faz sorrir.
De vocês nunca vou esquecer.
Tão aqui os versos que prometi.
Não precisam agradecer.
Me desculpem, tenho que partir,
Com um sincero tchau, ou um até mais ver.
sábado, 8 de outubro de 2011
O Problema

sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Poema Alagoano



Olá amigos-leitores. Hoje é 16 de setembro, dia da Emancipação Política de Alagoas. Foi, na verdade, como uma medida de represália para a malograda tentativa de Revolta Pernambucana, ou Revolta dos Padres - inflamada pelos ideais franceses proclamados pelos revoltosos, que procuravam, sobretudo, mudanças politicas -, que D. João VI repartiu o território da então província de Pernambuco, e elevou à qualidade de província a antiga comarca de Alagoas. Sei que a forma como nos emancipamos não foi a mais bela, mas isso é fácil de se falar hoje. Sugiro refletirmos sobre esse período mais afundo e tomá-lo como parâmetro para nossas ações futuras e melhorarmos a triste condição que nos encontramos hoje.
Mas independente disso, gostaria de dizer que Amo meu Estado! As pessoas me perguntam, as vezes, o porquê do nome do meu blog é Poesias, Paraíso e um tal de Boris. Bem, paraíso, pra mim, é o lugar onde eu moro, onde eu nasci e fui criado, é uma terra de águas, a minha bela Alagoas. Esse poema eu fiz no dia 28 de janeiro de 2011, logo após assistir um documentário que falava do período holandês no nordeste, sobretudo, em Pernambuco. (O que os documentaristas esqueceram é que Alagoas também tem marcas profundas desse período, que o diga Penedo e o forte Maurício de Nassau, que nem foram sequer citados). No fim deste, passou uma obra de João Cabral de Melo Neto, chamada Poemas Pernambucanos (que por sinal nunca a li). Foi Aí que eu resolvi criar um poema sobre minha terra e o fiz a partir do nome de algumas cidades e características do meu amado Estado.
Esperei todo esse tempo para postar esse poema hoje. E é com o lema do meu Estado que me despeço: Ad Bonum et Prosperitatem [Pelo Bem e pela Prosperidade].
Poema Alagoano
Quero lhes falar de um lugar encantado,
Que tem um povo alegre, pra lá de bem-humorado.
Nessa terra existem Belos Montes, Matas Grandes,
Bem mais que Dois Riachos, e o Deserto mais Feliz que já foi noticiado [encontrado].
Em sua história ocorreram diversas Batalhas,
Com direito a Poços e Trincheiras -
Cobertos pelas folhas daquela velha Palmeira, [trançadas por Índios] -
Onde lutaram o Major e o Marechal pela honra de nossa bandeira.
Descobri que nessa terra a Água é Branca. O Ouro é Branco,
Mas a Chã é Preta, que Maravilha!
Aqui a Igreja é Nova, a Capela é Branquinha.
Além disso, o Campo Alegra, e tem Campo que é bem Grande.
Na verdade, tem campo de todo jeito, como diz o seu prefeito.
Os Portos são de Pedra, mas Calvos e ficam Realmente perto do Colégio,
Pois lá o Rio é largo, e tem um bocado de Olhos d'Águas, que formam
Lagoas onde há Canoas. Sem falar no Mar, que aqui é pintado de Vermelho.
Ouvi um mói de estórias fantásticas sobre Piranhas, Carneiros, Jacarés e Homens.
E até de um Limoeiro que dava Cajú, e na terra do Junco, ficava.
Pertinho da Boca da Mata - que atraia todos aqueles Marinbondos
Por conta da doçura que aquele Pão emanava.
Esse local guarda um mundo de tesouros, 102 pra ser exato.
Quase 3 milhões de possibilidades para um mesmo ato.
E da cana-de-açúcar veio o doce, que compõe o viver daquelas pessoas.
Essa terra surgiu das mais incríveis águas, e no fundo eu sei
Que Há Lagoas [Alagoas].
Kellysson Bruno Oliveira Lima (L)
[Alagoas das águas doces, quentes e mareadas, que não tem sal nesse mundo que consiga deixá-las salgadas.]
domingo, 11 de setembro de 2011
Memórias Futuras
Imagem retirada de: http://www.saindodamatrix.com.br/
